Pular para o conteúdo principal

No outono é sempre igual...


No outono é sempre igual, as folhas caem no quintal, só não cai o meu amor pois não tem jeito é imortal...

A música você deve conhecer muito bem, né? Não apenas a canção, como o outono é a minha estação do ano favorita!

É no outono que eu me sinto mais equilibrado, pois não é frio e nem quente demais - é um período de grande transformação, ao menos pra mim.

Pensando com profundidade nesta citação, eu penso que tudo em nossa vida é passageiro, mas somente uma coisa não passa que é o nosso AMOR PRÓPRIO - ou pelo menos não deveria passar!

Quando aprendi a me AMAR e me ACEITAR do jeito que sou, a minha vida tomou outros ares, outros horizontes (literalmente). Quando falo de aceitação estou me referindo a nos aceitarmos EXATAMENTE da forma que somos, SEM JULGAMENTOS morais, de valor ou de qualquer coisa que seja. Nós somos ESPECIAIS. E esta é UMA VERDADE!

São nossas qualidades que nos tornam únicos e únicas. O pior julgamento é o que fazemos contra nós mesmos. Não espere um elogio de alguém pra enxergar o seu potencial.

O caminho pra se libertar de todo sofrimento é o AUTOCONHECIMENTO.

Ame-se!

Aceite-se como VOCÊ É!

Este ser de luz, fragmento da Fonte Criadora, ou Deus, como preferir chamar.

A mudança só acontece quando olhamos pra dentro. Nunca fora. O externo é apenas o reflexo de tudo que carregamos. LIBERTE-SE e permita-se viver cada momento, cada estação, seja a alegria do VERÃO, a transformação do OUTONO, a introspecção do INVERNO ou a beleza da PRIMAVERA.

O importante é esse AMOR PRÓPRIO não passar nunca! Pois só podemos amar outras pessoas quando nos amamos em primeiro lugar. 💙

Gratidão por estar aqui.

Rick Marques

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

[Resenha] A Volta do Filho Pródigo, de Henri J. M. Nouwen

Sempre acreditei e afirmo que:  "Viver é uma busca" . E ao ler esta linda obra de Henri Nouwen, eu tive mais certeza disso. "A Volta do Filho Pródigo" é  uma busca por respostas, num mergulho pela alma do autor, utilizando de uma profunda análise da pintura de mesmo nome, do grande artista  Rembrant van Rijin  (1606 - 1669), traçando um paralelo entre a pintura e a parábola narrada por Jesus.  Antes de mais nada, é importante explicar que apesar do livro ter uma temática religiosa, ele vai muito além disso. Mais do que um simples livro religioso, é um livro humano, que nos mostra o quanto somos frágeis e imaturos diante da vida. O quanto agimos com impulsividade e com impaciência. O autor conversa conosco como se fosse um amigo íntimo, revelando seus pensamentos mais profundos, seus medos e angústias.

[Resenha] [Clássicos] De Profundis, de Oscar Wilde

De Profundis  é o título de uma obra de 1897, do escritor e dramaturgo irlandês Oscar Wilde (1854-1900), de grande renome em Londres, no século XIX, que toma a forma de uma longa e emocional carta ao seu amante Lord Alfred Douglas (1870-1945). Wilde a escreveu na prisão de  Reading , onde cumpria pena de prisão por comportamento considerado indecente à época e sodomia (relações sexuais entre homens). A carta relata com muita dor e detalhes todo o relacionamento conturbado de Wilde com Douglas, o que na época era completamente inadmissível pelas leis da sociedade inglesa.  Quando  Marquês de Queensberry  descobriu o relacionamento homossexual que seu filho mantinha com o escritor, enviou uma carta à Oscar Wilde, no Albermale Club, onde já o ofendia no sobrescrito: "A Oscar Wilde, Conhecido Sodomita". O escritor então decidiu processar o Marquês por difamação, no entanto, desistiu logo em seguida temendo represálias, mas era tarde demais, pois sua ...

[Resenha] A Travessia, de William P. Young

Antony Spencer, carinhosamente tratado como Tony, é um jovem empresário, egocêntrico, mesquinho e de grande poder econômico, que não mede esforços para alcançar seus objetivos. Foi casado duas vezes com a mesma mulher, Loree, a quem muito humilha e com quem teve dois filhos: Angela, de 17 anos, e Gabriel, que morrera ainda criança vítima de um câncer.  Desde a morte do filho que Tony perdeu a vontade de viver, e a partir de então, dedicou sua vida somente ao trabalho, vícios e conquistas materiais. Despreza a ex-esposa, por quem só mantém contato através de advogados, e ultimamente, nem amigos possui, devido à sua personalidade egocêntrica. Assim como A Cabana, neste mais recente livro de William P. Young, nos deparamos em uma trajetória pela busca de algo além do que enxergamos, uma busca pelo divino que há dentro de nós e que está à nossa volta.  Logo no começo da história, encontramos Tony e suas paranoias de perseguição, correndo alucinadamente com seu c...